sexta-feira, 17 de novembro de 2023

UMA REFLEXÃO SOBRE ABORTO



Dentro de todos os homens existe um feto de três meses que ele já foi um dia. Se pudéssemos voltar no tempo e exterminar esse feto toda existência seria tragada por tal ato. Aborto não é questão de saúde pública mas sim de saúde espiritual, emocional, moral, ética e social. Útero materno deveria, quem sabe, ser declarado patrimônio da humanidade e se transformar em um local de preservação total da vida. A humanidade tão civilizada não deveria abrir um caminho novo para as vidas humanas em vez de estimular e autorizar seu extermínio? Como uma vida inteira de um ser humano fica na disponibilidade da vontade de uma só pessoa? Uma mulher que deseja despedaçar o filho em seu ventre precisa de ajuda psicologica, espiritual e humanitária. Ela não precisa de uma autorização do estado para que um médico canalha abortista lhe perfure o ventre e arranque o filho em pedaços deixando-a também com a vida em pedaços. O que é mais fácil? Um programa de apoio e socorro aos desvanecidos ou simplesmente colocar o problema numa guilhotina “ a la Robespierre”? A última solução está sendo cogitada pelas autoridades brasileiras sob argumentos falaciosos e hipócritas de estar fazendo o melhor para a mulher que entende que é a guardiã da vida e com ela faz o que desejar se assim entender. Meu corpo, minhas regras? Não! Meu corpo, regras do Senhor! Meu corpo casa de vida do útero ao coração que são os lugares onde os filhos são devidamente gerados. Que Deus abençoe o povo brasileiro e nos livre da morte prematura. Bom dia!
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SOBRE O APOSTOLO PAULO E A RODA GIGANTE DA VIDA

 A roda-gigante. A toada da vida é como as cadeiras de uma roda-gigante. Paulo e Barnabé estavam pregando em Icônio e um povo mau se juntou para os destruir. Eles estavam angustiados e humilhadas. Tiveram que sair às escondidas e fugir como se fossem bandidos perigosos ou estelionatários nocivos. Passados alguns dias , já com a cabeça erguida, estavam em Listra e com uma palavra de fé deles, Jesus curou um homem aleijado. A roda se mexeu e eles subiram. Agora eram adorados como Deuses: um ganhou o nome de Júpiter e o outro de Mercúrio. Mas eles não eram bobos e não se deixavam levar pela vaidade dos sentimentos passageiros e oportunistas dos homens. Rejeitaram os louvores daqueles homens e os encaminharam à Deus. Este mesmo povo, adiante foi insuflado por inimigos de Deus que vieram da cidade vizinha Icônio, e agora apedrejaram a Paulo até que achassem que ele estava morto. Sim a vida é bem assim. Um dia a Glória o outro a escória. Como você lida com isso? Como dizia o Roberto carlos: “é preciso saber viver!” Sob pena de enlouquecer. Paulo foi levado para fora da cidade tido como morto. Mas Paulo tinha amigos que o ajudaram a levantar. Ele prosseguiu sua caminhada até o dia que Deus determinou. Que seja assim na nossa vida. Que o subir e descer do pódio não nos impeça de ser, de fato, aquilo que Deus deseja que sejamos: mais que vencedores. Bom domingo!

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SOBRE GIDEÃO

 Quando Gideão chegou ao Jordão seus 300 homens estavam já cansados, mas ainda perseguindo”. A guerra começara há algum tempo mas não tinha prazo para acabar. A vitória era quase certa mas ainda havia um exército de milhares para ser derrotado. Uma guerra desigual, ou não? Não, quando Deus está à frente no comando . Trezentos e um homens cansados, desanimados, as pernas já estavam trêmulas. Com fome , pediram ajuda em duas cidades que lhes viraram as costas. Eles tinham um objetivo e uma fé no coração e por isso não parariam até vencer. Fé e objetivo. Esse são o combustível da sobrevivência de um homem. No meio das batalhas sentimos as forças se esvaindo, pedimos ajuda e não recebemos, porém, não desistimos! Lá na frente Paulo descreve isso “ Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos”2 Co 4:9. Os trezentos homens de Gideao +Deus= 120mil homens derrotados. Deus não muda amigo meu! Por que desistir? Ele dá força ao cansado, e aumenta as forças ao que não tem nenhum vigor. Nele fazemos proezas. Até mesmo aparentes derrotas são cortinas que escondem o cuidado e a bondade de Deus em nossa vida. Seja forte! Prossiga! Na vida não podemos parar para petiscar amarguras e lamentos, pois há um exército à frente para ser derrotado e uma herança eterna para ser conquistada. ( base: Jz. 8:4)

SOBRE A MORTE - A VIDA CONTINUA

 Durante minha infância e adolescência não tive contato com a morte de pessoas chegadas. Somado a isso nossa cultura religiosa repetia que morreu, acabou e que o mais importante é o espírito e ele deixa o corpo que vira pó. Assim seguimos sem nos ocuparmos com os restos mortais dos que se iam. Dia de finados era apenas um feriado a mais onde católicos iam ao cemitério acender velas, colocar flores e rezar. Nunca questionei muito isso como acontece com a maior parte da herança religiosa que recebemos. Minha vó morreu, meu vô, amigos, primas e primos queridos e , meu pai. Meu coração começou a se incomodar com essa postura de indiferença ao nossos mortos. Como assim? Os restos mortais de José foram levados para Canaã, o toque de um morto nos ossos de Eliseu o fez ressuscitar. O corpo morto de Jesus levantou e Reina sobre a eternidade… nossos mortos são nossos!. Ontem, de pé ao lado da sepultura do meu pai tive uma visita silenciosa de um especial conforto. Meu pai que está tão distante estava ali do lado. As mãos que consertavam o motor do meu fusca, capinavam meu quintal, faziam um cafezinho e fritavam meu peixe, que dirigiam um caminhão pelo Brasil afora para me sustentar… a boca que me aconselhava e contava tantos causos, estava de certa forma bem ali tão perto… debrucei-me sobre a pedra fria que guardava o calor do sol e deixei verter uma lágrima de saudade. A viva consciência da morte me aquietou a alma . Pensei em Jesus: a verdade pode ser dura mas liberta. Desci lentamente entre uma lápide e outra. Fui até o meu avô, minha prima Verônica e meu tio Eliseu. Queria ir até Ariézia, meu primo Márcio e tio Ismael mas não sabia o local. Deixei o cemitério com uma paz maior que aquele que me levou até lá. A noite nos reunimos a volta de uma mesa farta, feliz e serena para comemorarmos a vida. Era aniversário de meu irmão Nanaldo e de meu sobrinho Vanilsinho. A vida segue, entre lágrimas e sorrisos, segue.

O PORTÃO - ROBERTO CARLOS - UMA REFLEXÃO

 

    Nesta manhã ao sair para caminhar resolvi ouvir algumas canções antigas. Aleatoriamente entrou a música do Roberto, O Portão.  Ouvir músicas antigas do Roberto me trazem lembranças da adolescência. Meu tio Marcos, esposo da minha tia Emilia, todos os anos comprava o LP do Roberto que era lançado no fim de cada ano, assim passávamos o final de ano embalados por aquelas canções.

 Lembranças nos fazem bem, e mal.

    Recordar nos faz sentir uma nostalgia, um aperto no coração, sim, há uma certa dor nas lembranças. Mas isso é bom! As Lembranças nos trazem uma certa paz também. 

    Interessante como as experiências vão se sobrepondo umas às outras e vão formando camadas com novas cores. Tais cores vão se infiltrando nas lembranças anteriores de modo que nossa percepção do passado vai se alterando, eu diria, amadurecendo.  

    Ouvido essa música do Roberto, achei alguma semelhança com o Filho Prodigo de Jesus.  Na música, ele, um dia deixou o conforto da família, a proteção dos pais, o quarto simples com colchão manchado, deixou a velha geladeira sempre com muitas garrafas de  água e ovos; deixou a velha sala com o sofá pedindo um novo e se foi levando o pouco dinheiro que a mãe pudera dar.

     Lá fora, além do horizonte, não havia um lugar bonito  para viver em paz. 

    Ele teve muita sorte de poder voltar e encontrar alguma coisa esperando por ele.

  Muitos ao voltar não encontram mais um cachorro latindo no portão, não conseguem mais abrir a porta porque a fechadura foi mudada. Não há retratos amarelados na parece, não há mais mãos estendidas para acolhe-lo em um abraço quente. 

    Por muitos motivos, ou porque o tempo de fato desfaz os cenários, seja pelo recolhimento dos espíritos, seja porque as pessoas se esgotam ao esperar pelos pródigos. 

    Um dia não esperam mais. 

    De início pensava que a pessoa que esperava o Roberto seria sua mãe. Afinal mãe é como o Word Trade Center, mas que não se quebra, não desaba. Podem vir aviões camicases, ou ataques de todo tipo, ventos, furacões e terremotos, Mãe não cai.

     Braços de mãe sempre estão abertos. “Pode uma mãe esquecer-se de seu filho? Do filho que mama?”. A Bíblia já nos alerta acerca do amor de uma mãe. Porém na sequência do texto bíblico ele diz:” todavia , ainda que ela dele se esquecesse...” (Is 49:15). 

    Então, mães, podem sim, chegar ao limite da esperança. Roberto teve sorte. 

    A música sem dúvida fala de família. Roberto é um romântico. Fui ampliando a visão, e pensei que não são apenas os filhos que saem de casa. 

    Temos pais  pródigos e mães também. 

    Pais que, em busca da felicidade, no seu egocentrismo, olha pela janela e procura do lado de fora um lugar para ser mais feliz. A cama desarrumada, o ninho, a mesa, o cheiro do café da manhã, o resto de Coca na geladeira, o botijão de gás para trocar, o controle da TV na mão do filho, o perfume da casa pelas manhãs ensolaradas ou chuvosas, já não lhes são suficientes para ser feliz.  

    Eles saem  em busca dessa tal felicidade, enfim, eles acreditam que nasceram para ser feliz  e na desenfreada busca  disso, não se importam de subir na escada da infelicidade e humilhação do outro. As juras de amor, companheirismo e fidelidade são atropeladas por um ser que não se importa mais com honra, caráter, responsabilidade. 

    Aliás, qualidades que a modernidade excluiu dos  dicionários. 

    Mas lá fora nada é muito diferente e pode ser muito pior. O mal, na verdade,  está dentro da pessoa e ela o carrega para onde vai. O real motivo da infelicidade não está ligado às experiências de nossa vil e passageira existência, tem haver muito mais com um espírito cuja saciedade não será encontrada em sexo, festa, paixões e diversão. 

    Um dia, frustrado, deseja-se voltar para  casa. 

    Feliz aquele encontra o caminho de volta, um portão aberto, um cachorro abanando o rabo e um retrato ainda na parece amarelado pelo tempo. Muitos não têm a mesma sorte. Resta-lhe o caminho do horizonte em busca de uma sombra  cuja árvore terá que plantar novamente, e como é sabido, árvores demoram a crescer. 

     E prossegue numa caminhada insólita e insípida pois quem constrói sua felicidade, ou pelo menos tenta, sobre a infelicidade de outrem, não consegue plantar uma árvore com copa suficiente para lhe trazer uma sombra de paz, conforto e real bem aventurança. 

    E a música seguiu...” eu voltei para as coisas que eu deixei... eu voltei... tanto quis dizer e não falei, E chorei...”.


A GRANDE REVOLUÇÃO

  Jesus convocou o mundo para o maior desafio já visto: ama o teu próximo… eu sempre digo: dura coisas nos pediste. Pedir para amar é pedir...